Minha história faz parte da web!!!
Vou começar esse texto com uma volta ao passado. Em 1997, quando fui apresentada para o mundo virtual, por meio do ICQ, achei aquilo o máximo. Falar com outras pessoas através de um simples toque era ainda muito para minha cabeça, afinal de contas eu tinha apenas 15 anos.
No ano seguinte, recebi em casa um CD-ROM do antigo provedor AOL para instalar e navegar no site dessa empresa. Criei um e-mail no Yahoo e pronto, estava inserida de vez no mundo digital. Mas, faltava alguma coisa. Enquanto eu absorvia todas as notícias, jogos e receitas dos sites que iam surgindo, iniciava também uma vontade maior de indagar o que determinado site dizia.
Estudante de jornalismo a época, vi que era impossível dialogar com um jornalista na hora. Eu precisava enviar um e-mail comentando o fato e aguardar a resposta, que muitas vezes, demorava semanas visto que a nossa vida não permitia ter esse canal de comunicação instantânea. Talvez, por isso, houve a necessidade da web 1.0 ser modelada para uma comunicação integrada com as novas mídias. Enquanto eu queria fazer a monografia sobre a TV digital, colegas posicionavam seus discursos em cima das mídias antigas.
Falar desse assunto em um tempo que ainda ia ser descoberto foi demais para a cabeça do meu orientador. Mas, a web 2.0 chegou, e de tal maneira apossou de nossas vidas, que é quase impossível não a utilizarmos como meio de co-participação e autoria.
Se com a web 1.0 eu dependia dos discursos infames dos grandes provedores, de esperar para acontecer, hoje, no século da cibercultura midiática, somos nós, eu jornalista e você consumidor ativo da web, que fazemos dessa nova cultura a vontade de muitos. Não imaginava há 10 anos, digitar em um buscador uma simples palavra e com ele vir um advento de possibilidades. Somos parte desse processo. Criadores e consumidores de nossas próprias necessidades. Não podemos mudar o mundo, mas podemos transformar parte dele.
Antes consumíamos a internet pelo simples desejo de ver e-mail, joguinhos, trocar informações gerenciais, sem nenhum impacto visual. Hoje, conseguimos, com o advento das novas mídias, calcular a distancia de uma localidade para outra, encontrar o melhor produto, assistir a vídeos interativos, criar e gerar conteúdos onde as pessoas podem participar, enfim, uma gama de ferramentas a nosso favor que se usadas inteligentemente, geram conhecimento e riqueza. Palavras essas que dominam no mundo corporativo, pois a mudança da plataforma, de uma internet mais rápida, mais dinâmica e mais independente, serve como objeto de trabalho nas empresas, que buscam cada vez mais ficarem próximos de seus funcionários, colaboradores e clientes.
Antes, o que parecia excelente, é visto como a excelência da rede WWW, mas não paramos por ai. A tecnologia avança todos os dias em busca de novas soluções e criações para oferecer ao seu principal cliente, o internauta participativo e integrado, o que de melhor e mais moderna exista nela.
Não sei ainda onde chegaremos, do que seremos capazes de exercer, qual será no futuro a relação homem-máquina e homem-homem, pois por enquanto a recíproca da participação como autor ou co-autor de uma produção é verdadeira. Essa evolução ainda é confiável, mas não podemos deixar que seja manipuladora. Agora que temos como opinar, questionar e corrigir queremos colaborar no sentido de encontrar novas fórmulas para esse crescimento.
No ano seguinte, recebi em casa um CD-ROM do antigo provedor AOL para instalar e navegar no site dessa empresa. Criei um e-mail no Yahoo e pronto, estava inserida de vez no mundo digital. Mas, faltava alguma coisa. Enquanto eu absorvia todas as notícias, jogos e receitas dos sites que iam surgindo, iniciava também uma vontade maior de indagar o que determinado site dizia.
Estudante de jornalismo a época, vi que era impossível dialogar com um jornalista na hora. Eu precisava enviar um e-mail comentando o fato e aguardar a resposta, que muitas vezes, demorava semanas visto que a nossa vida não permitia ter esse canal de comunicação instantânea. Talvez, por isso, houve a necessidade da web 1.0 ser modelada para uma comunicação integrada com as novas mídias. Enquanto eu queria fazer a monografia sobre a TV digital, colegas posicionavam seus discursos em cima das mídias antigas.
Falar desse assunto em um tempo que ainda ia ser descoberto foi demais para a cabeça do meu orientador. Mas, a web 2.0 chegou, e de tal maneira apossou de nossas vidas, que é quase impossível não a utilizarmos como meio de co-participação e autoria.
Se com a web 1.0 eu dependia dos discursos infames dos grandes provedores, de esperar para acontecer, hoje, no século da cibercultura midiática, somos nós, eu jornalista e você consumidor ativo da web, que fazemos dessa nova cultura a vontade de muitos. Não imaginava há 10 anos, digitar em um buscador uma simples palavra e com ele vir um advento de possibilidades. Somos parte desse processo. Criadores e consumidores de nossas próprias necessidades. Não podemos mudar o mundo, mas podemos transformar parte dele.
Antes consumíamos a internet pelo simples desejo de ver e-mail, joguinhos, trocar informações gerenciais, sem nenhum impacto visual. Hoje, conseguimos, com o advento das novas mídias, calcular a distancia de uma localidade para outra, encontrar o melhor produto, assistir a vídeos interativos, criar e gerar conteúdos onde as pessoas podem participar, enfim, uma gama de ferramentas a nosso favor que se usadas inteligentemente, geram conhecimento e riqueza. Palavras essas que dominam no mundo corporativo, pois a mudança da plataforma, de uma internet mais rápida, mais dinâmica e mais independente, serve como objeto de trabalho nas empresas, que buscam cada vez mais ficarem próximos de seus funcionários, colaboradores e clientes.
Antes, o que parecia excelente, é visto como a excelência da rede WWW, mas não paramos por ai. A tecnologia avança todos os dias em busca de novas soluções e criações para oferecer ao seu principal cliente, o internauta participativo e integrado, o que de melhor e mais moderna exista nela.
Não sei ainda onde chegaremos, do que seremos capazes de exercer, qual será no futuro a relação homem-máquina e homem-homem, pois por enquanto a recíproca da participação como autor ou co-autor de uma produção é verdadeira. Essa evolução ainda é confiável, mas não podemos deixar que seja manipuladora. Agora que temos como opinar, questionar e corrigir queremos colaborar no sentido de encontrar novas fórmulas para esse crescimento.
2 comentários:
Silvan,
Teu enfoque do tema é muito criativo e o desenvolvimento do texto está ótimo. Você acertou na receita. A personalização e a linguagem coloquial são marcas registradas dos blogs.
Agora faço algumas observações sobre a forma:
1) O teu texto ficou visualmente compacto demais. Ele desestimula a leitura porque parece pesado. Divida em parágrafos de no máximo cinco linhas e separe cada um por espaço duplo.
2) Não publique textos muito longos. No máximo 25 linhas. Se for o caso divida o texto em mais de um post publicados em dias subsequentes. Postagens menores facilitam a leitura e além disso estimulam o retorno do visitante.
Um abraço
Castilho
Adorei o tom do teu texto, Silvana. O passeio pelos blogs dos colegas tem sido bem interessante. Quando puder, dê uma passadinha no meu.
Volto com mais calma para ver o outro da busca sobre a cura do stress.
Até mais.
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